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terça-feira, 3 de maio de 2011

"

quando o corpo se abre ao silêncio capas de discos amarelecem ao sol.

digo:
ter o nome debaixo da língua
e ter a íngua morta
é ter a chave da casa da moeda
mas não saber de que porta.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

"

gosto muito de saladas; de todos os tipos mas principalmente de salada de frutos da imaginação - disse eu lambendo os dedos e pousando a faca na mesa.

domingo, 30 de janeiro de 2011

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

na sala

hoje fiz café na sala. nunca tinha feito café na sala.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

de toda a maneira faria um círculo vermelho à volta da tua cara para ter a certeza que não me esqueceria de ti.
ainda que o meu coração sangrasse da mesma tinta e respingasse para cima das tuas unhas e tu sacudisses.
deixa isso e anda beber um chá de tília. tília, eu nem aprecio. faz-me de gengibre que sempre aqueço a garganta para te rezar.
sabes lá a falta que me tens feito, disse eu praticamente de joelhos.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

quinta-feira, 1 de julho de 2010

terça-feira, 18 de maio de 2010

velhos são os trapos

- natacha, um dia deixas a ana guiar o teu carro?
- deixo, claro. mas porquê?
- ah nada. é só porque ela nunca guiou um carro velho.

quinta-feira, 11 de março de 2010

quem nada não se afoga

mas quem não estuda?

domingo, 3 de janeiro de 2010

Devagar se vai ao longe

só para  que fique bem claro que sou pessoa calma;


faço balanços em fevereiro, ok?


(agora há demasiada pressão)

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Eu não acredito em bruxas mas que as há, há



pronto, já tenho o fato de halloween preparado.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Cada um é para o que nasce






estava escrito na linha da vida que ele voaria

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Antes sê-lo que parecê-lo






beatriz costa (pereira)

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

na terra onde fores viver faz como vires fazer









e assim tiro coisas da cabeça.

albarda-se o burro à vontade do dono



falta-me o desenho. não os lápis.
estava capaz de sentir qualquer coisinha.